Computer Liebe

Software Livre, GNU/Linux, Musica, Binários!

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Local: Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil

Estudante do Curso de Gestão da Tecnologia da Informação (antigo Software Livre da UNI-BH), Analista de Suporte.

30.1.07

Estou de mudança!

Amigos leitores!

Agora me reunir aos membros do site Nação Livre, onde farei apartir de hoje os meus posts! Aguardo visitas de vocês, o link é:

www.nacaolivre.org

17.11.06

Dicas para Migração

Dicas para uma boa migração de Windows para Linux

Recentemente tive uma conversa com um amigo que sofreu quase uma revolta em seu ambiente de trabalho, a ponto de abdicar do uso do Br-Office e Mozilla Thunderbird para não complicar a produção devido a reclamação dos colegas de trabalho. Vejamos que era um ambiente Windows rodando estas duas aplicações que já são bem similares ao que temos no mercado.

Este incidente me fez lembrar da época em que trabalhei como instrutor (não a tanto tempo atrás) e montei uma lan-house em linux para um dos laboratórios da escola. A Lan-house era apenas para acesso a internet, currículo e impressão. Mesmo sendo tão simples tive certas dores de cabeça a ponto de estabelecer alguns elementos em mente sobre o assunto migração.

Este texto tem como intuito não somente dividir alguns frutos desta experiência, mas possibilitar uma reflexão aos que como eu desejam trazer a publico o Software Livre.

1 – Conheça bem as necessidades da migração e seus impactos

Não adianta comparar as facilidades de uso de um técnico em informática com as habilidades de um usuário leigo ou iniciante. A maioria das pessoas é acomodada ao seu ambiente e se sente segura operando o que todos já sabem operar e pouco pretendem fazer para aprofundar seu relacionamento com os aplicativos. Desta forma, jamais devemos julgar os outros baseados em nossa capacidade de adaptação.

Ao oferecer a substituição de um aplicativo fechado por outro de Código Aberto saiba expor aos usuários o que ele esta adquirindo, principalmente o conhecimento ao poder dominar uma nova ferramenta que em sua essência é igual à outra e o torna mais competitivo no mercado de trabalho. (Geralmente será tão igual, quanto simples for o uso das funções na ferramenta fechada). Defina em cima do trabalho que é efetuado que a mudança não será de conteúdo ou funcionalidade, mas apenas de estética. Demonstre na prática e não fique no universo das idéias com única forma teórica.

Mas cuidado, lembrando que o usuário se sente seguro em estéticas de uso comum, não espere que ele se sinta confortável com a mudança de um simples botão de posição ou disposto a ouvir horas de palestra, deve-se equilibrar o treinamento conquistando o usuário em vez de obrigá-lo.

Da mesma forma que existe muita amizade no mundo do software livre, existe um fuxico em torno de usar algo que é grátis e por conseqüência deficiente. Se a escolha do aplicativo for incorreta, em vez de ajudar ao software livre, estaremos colaborando para aumentar o fuxico.

Lembre-se então de que as necessidades devem ser completamente levantadas. Vão de formulas necessárias, passando por cores e chegando a personalizações de assinaturas ou configurações pré-estabelecidas. Quando maior a liberdade do usuário, maior é a sua configuração pessoal dos aplicativos de trabalho.

Tenha extremo cuidado com os sites em flash e que utilizem java. Alguns bancos possuem uma ligação antiga com o Internet Explore e podem não funcionar com o Firefox. A melhor forma de verificar esta compatibilidade é com testes, colocando o usuário para utilizar o computador de teste e reportar as dificuldades. Presta atenção em todas elas, mesmo se forem exclusivamente estéticas. Nenhum ponto deve escapar a um olhar crítico. Nenhuma tecnologia deve ser ignorada ou tampada com a peneira.

No final o que todos querem é um serviço simples, feito de forma rápida e que não deixe a produtividade cair. Na maioria das empresas, produtividade, desempenho e estabilidade são palavras que além de teóricas devem ser postas a prova todos os dias.

Prepara-se para planejar instalações em fins de semana. Períodos de testes. Ou até mesmo uma reestruturação do plano original. Esqueça aquela frase: “usei em casa e deu certo.” E lembre-se que a empresa pode ser um bom incentivo para o linux adentrar a casa dos empregados de um empresa.

2 – Conheça bem o usuário e o seu ambiente de trabalho.

Além das necessidades das configurações especificas e da forma de utilização da ferramenta, devemos conhecer o perfil do usuário e do ambiente em que estamos querendo migrar. Lembrando que somos a referência do processo e o suporte que todos devem confiar. Se você for uma pessoa pouco sociável ou incapaz de lidar com o publico, a sua migração sofre alto risco de não ir adiante e pior, regredir e servir de munição aos exemplos negativos.

Usuário precisa de conforto, atenção e respeito. Mesmo que não tenha feito nenhum curso de informática, ele sempre se baseará no passado de vantagens para culpar os erros do presente. Algumas vezes, ou na maioria delas, estes erros são exagerados, mas sempre utilizados para culpar algo do trabalho mal feito.

É o famoso passar adiante a batata quente.

Muitos técnicos e analistas de suporte não querem esta batata quente. E abandonam o usuário a própria sorte. Eu sempre estive ao lado das duvidas para solucionar-las durante o funcionamento da lan-house. Mesmo não ganhando para tal, eu sabia que a escola confiava no meu serviço e não era apenas uma questão de funções.

A melhor solução é estar sempre ao lado do usuário nas primeiras semanas. Responder com atenção e paciência sobre as modificações realizadas. Incentive sempre e jamais reduza o caso a uma critica contra as habilidades que deveriam compor aquele usuário de informática. O que estamos falando é de um marketing pessoal além de suporte.

Mas tenha cuidado para que a migração não cause queda de desempenho ao reduzir as capacidades do usuário. Trate todos eles como iniciantes e tudo ocorrerá de melhor forma possível. Eu acho que é mais trabalhoso buscar atender o usuário com paciência do que configurar um servidor de e-mails. Logo, pense bem, como contornar esta questão antes de começar a fazer propostas.

Em muitos casos faça comparações. Justifique-se com afirmações simples.

3 – Conheça bem os desejos da empresa e dos setores dentro da empresa

Qual a utilidade deste editor de texto dentro do setor de RH de nossa empresa? Parece um pergunta simples, mas que deve ser analisada bem a fundo, pois um editor de texto no RH pode ser bem diferente do que é usado pela secretaria. E, com estas diferenças ocorrendo dentro da empresa, a sua integração tem que ocorrer em sempre visando o Help Desk continuo nas primeiras semanas, ou seja, “Técnico eu não consigo justificar o meu texto”.

Cada aplicativo tem primeiro facilitar e não complicar. Se for semelhante ao antigo, as dores de cabeça vão ser bem menores. Em caso de grande diferença faça aos poucos, treine e converse muito com o usuário sobre as vantagens e os benefícios.

Uma boa iniciativa é testar. Instale em algumas máquinas, as que são utilizadas com menos freqüência. Analise as duvidas e o desempenho. Gaste tempo otimizando. Nada melhor do que ouvir do usuário elogios a rapidez e a atenção.

Outro ponto importante: jamais faça de boca a boca ou por intuição. Documente. Discuta as propostas e estabelece o melhor caminho para o futuro. Nunca deixe a estrada da evolução fechada. Muito menos com relação a atualizações e suporte.

Demonstre a importância da equipe. Faça a TI caminhar e impulsionar a missão da empresa. Parece muito grande o processo? Faça uma divisão em etapas. Verifique de perto e acompanhe todos os fatores associados a produção e o desempenho.

4 – Planeje bem o suporte e a manutenção do sistema

Não basta saber que o linux é bem estável. O usuário e o sistema podem entrar em conflito de inúmeras maneiras, a ponto de causar uma chamada de suporte que o técnico jamais imaginou ou leu a respeito.

Tenha um bom plano de suporte em mente. Instale e teste antes. Procure saber sobre outras tentativas e seus principais problemas. Documente os atendimentos e suas soluções. Mude até mesmo certas posturas mediante os problemas.

Volto a chamar a atenção: não existe sistema estável. O que existe é um sistema com um número menor de dores de cabeça.

Outro ponto importante é a evolução e atualização. Certifique-se que todo o sistema possa ser atualizado de modo a evitar, principalmente, falhas de segurança. Personalizações em uma instalação requerem atenção especial na atualização, pois muitas vezes não basta apenas executar o comando. A atualização pode retirar as travas ou cuidados de uma personalização, voltando o sistema ao seu estado bruto inicial.

Permita acima de tudo que o futuro não passe despercebido pelo seu sistema a ponto de torna-se rapidamente passado.

5 – Últimas palavras

Uma empresa é um ecossistema de relações humanas e tecnológicas. A humanidade é instável e com grande tendência a variações de personalidade, desejo e receios enquanto a tecnologia evolui sobre o controle do elemento 1 ou 0, muito simples e poderoso.

Qualquer relação entre as relações humanas e a tecnologia deve ser equilibrada e jamais ignorada. Eu costumo a dizer que uma migração é um trabalho de planejamento, tanto lógico, tecnológico quanto psicológico.

Júlio Cesar - julioconsultoria(at)gmail.com

8.10.06

Mudanças

Saudações a todos!
Estou tão desaparecido que não sei se posso dier saudaçòes aos leitores! :)

Mas os frutos deste tempo desaparecido são muito bons. E eles são manifestações de noticias, onde estou preste a mudar de emprego. Após dois anos na Data Byte (www.databyte.com.br)local onde tornei verdadeiramente aficcionado pela iformática e apreendi o que não sabia encontro um caminho para prestar Suporte a uma empresa de Consultoria de Engenharia. Ainda que os frutos na data byte sejam os melhores, aguardo novas conquistas nesta mudança!

Abaixo um texto oriundo de http://www.vivaolinux.com.br/dicas/verDica.php?codigo=7476 :

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Teclas de acesso no ambiente gráfico GNOME

O GNOME é um dos mais conhecidos Software Livre (SL) dentre aqueles que compõem o projeto GNU. Desenvolvido para sistemas UNIX, esse amigável ambiente gráfico é suportado por uma comunidade organizada, uma fundação com centenas de membros, incluindo um conselho diretor eleito e grupos temáticos para usabilidade, acessibilidade e perguntas e respostas (P&R).

Novas versões do GNOME são definidas por um grupo específico e agendados para acontecerem a cada seis meses. Com uma comunidade de entusiastas em nível, o GNOME é apoiado por empresas líderes na área de Linux e Unix, incluindo HP, IBM, Mandriva, Novell, Red Hat e Sun.

Por essas e outras tantas qualidades, o GNOME é mais um exemplo de SL que contraria a impressão, ingênua ou de má-fé, daqueles usuários de sistemas proprietários que pensam que o mundo do Software Livre é passatempo de geek.

Mas desde que escolhi esse ambiente gráfico para minha distro (SuSE 10.1 64bit), sentia uma grande falta de algumas teclas de acesso para poder executar tarefas que, por vício ou hábito incorrigível, só utilizamos o mouse nosso de cada dia.

Um uso mais equilibrado de direita e esquerda evita que uma das mãos, geralmente a que usa o mouse, seja sobrecarregada com os famosos clicks. O ambiente gráfico GNOME nos permite uma configuração pessoal e bem ampla dos atalhos de teclado. Sendo assim, uma forma bem simples de fazê-lo é acessando o menu Desktop > Centro de Controle (ou Preferências em outras distros...) > Pessoal > Atalhos de Teclado. Mas há aquelas teclas de atalho que vêm por 'default' no ambiente GNOME que nos podem ser extremamente úteis, algumas dessas teclas passo a apresentar:

* Alt-F1: Abre o Menu Aplicações.
* Alt-F2: Mostra uma caixa de diálogo de execução de aplicativos.
* Print Screen: Captura uma imagem da tela.
* Alt-Print Screen: Captura a tela da janela selecionada.
* Ctrl-Alt-(setas): Escolhe o local gráfico a ser usado.
* Ctrl-Alt-D: Minimiza todas as janelas.
* Alt-Tab: Escolhe qual janela a ser mostrada dentre as que estão abertas.
* Ctrl-Alt-Tab: Escolhe o foco entre os painéis e o Desktop.


Atalhos de janelas:

* Alt-F4: Fecha a janela atual.
* Alt-F5: Sai do modo maximizado da tela, se esta estiver maximizada.
* Alt-F7: Move a janela para qualquer lugar da tela.
* Alt-F9: Minimiza a janela atual.
* Alt-F10: Maximiza a janela atual.
* Alt-espaço: Abre o menu da janela atual.
* Shift-Ctrl-Alt-(setas): Move a janela selecionada para outro espaço gráfico.
* Ctrl-f: Localiza palavras dentro de algum texto.


Para finalizar, e lembrando a todos, essas dicas eu aprendi num breve curso de GNOME oferecido pelo CDTC (Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento), essa ótima iniciativa do governo brasileiro na difusão do conhecimento sobre software livre.

Abraços,
Buscator

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18.8.06

Linux..IBM..

Recentemente considerar o Linux uma solução para empresas é uma idéia forte e rentavel. Com o comercial abaixopodemos perceber que o Linux caminha para o sucesso corporativo!


24.7.06

Mais um triste golpe contra o Software Livre

Sou um daqueles caras que sempre compram revista que falem do Linux. Como aluno do Curso Gestão em Software Livre da UNI-BH tenho procurado conhecer mais sobre o universo do Software Livre em todos os meios de comunicação. Recentemente adquiri em bancas a revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios cuja chamada da capa é “Linux, se é de graça, por que até hoje não emplacou?” Link da Revista

O Editor já dá uma pista do que a repórter procurou escrever aos leitores “(...) Viviane conseguiu ir além da paixão e explicar, de forma simples e clara, por que o Linux apesar de ser um programa gratuito, não conquista a maioria dos usuários de computador”.

Porem o que temos é uma matéria tendenciosa onde sabemos que a repórter não pesquisou além do que esta citado nas pesquisas da Microsoft ou colocado nos jornais de tecnologia de 10 anos atrás. Mais um triste golpe contra o Software Livre e as iniciativas de quem trabalha serio com ele.

Tentei resumir a abaixo o que eu vejo de mais “grave” na matéria:

Pouco conhecimento dos reais aplicativos e distribuições atuais. Novamente a reporter não possui conhecimento do cenário que envolve o Linux no plano corporativo, de certa forma a reportagem tem um foco nos chamados “xiitas do Linux” causando uma impressão negativa por taxa-los como um bando de cães irracionais e ferozes defendendo o seu Osso Linux.

O linux é visto como há 10 anos atrás, a autora da matéria parece desconhecer versões simples e de fácil uso como o Kurumin, Famelix ou com grande suporte como o Suse da Novel ou o Ubuntu da Canonical. Nem mesmo os avanços gráficos são apresentados. Ficamos com aquele idéia de “complicado e somente para nerd”.

Falta de padrão para analise comparativa. Por exemplo, o Linux requer treinamento e um especialista para configuração com custo elevado, mas estes custos são diluídos com o suporte reduzido a longo prazo. Muitos técnicos estão alarmados com a situação de que sem o Windows eles não vão poder ganhar dinheiro com o suporte a formatações constantes contra vírus e outros males.

A matéria tenta ser realista e imparcial, mas grande parte dos números de comparação citados são de pesquisas realizadas pela Microsoft. Se grandes empresas conseguiram se dar bem com o Linux (Casas Bahia, Telemar, etc..) porque se basear fortemente naqueles pequenas e medias que não conseguiram? Toda empresa deseja crescer e realizar investimentos corretos a curto e longo prazo o que pode ser aos poucos a adoção do Software Livre e não o seu corte irracional por seguir um exemplo que não reflete sua realidade. O linux de hoje em dia é tão versátil quando fácil de ser compreendido quando bem explicado.

A reporte insiste no seu Linux complicado, caro para implementação e totalmente obscurecido por ser usado apenas por 1% dos computadores mundo. Outros fatores são aplicados como novamente o fato do governo esta alcançando prejuízos com a adoção do Software Livre, seguido os passos da Revista Veja, acusa a ala mais socialista de buscar inspirações utópicas com a liberdade do Software Livre. Novamente falta de informação, desserviço a comunidade como um todo, ao universo de quem trabalha serio com o Linux e não se trata de um nerd infantil taxado de cracker.

Mas um fato deve ser reconhecido. O tiroteio para todos os lados já começou e com certeza a pressão do Linux já produz frutos onde por trás de uma suposta visão menos apaixonante e mais realista se esconde uma falta de profissionalismo e muito paranóia.

Trabalho em uma escola de Informática onde um dos laboratórios foi transformado em Lan House, no inicio com o Windows ficamos vulneráveis a vírus, o numero de incidentes era grande, além do linux que ficava sendo jogado na rede. Instalei a distro Famelix e precisei apenas re-ensinar como abrir o disquete, numa janela, e arrastar um documento para o seu interior, procedimento que foi rapidamente compreendido e que deveria ser do conhecimento de quem já usa um computador.

O uso da Lanhouse aumentou o seu faturamento com o tempo e a mesma é recomendada a outros usuários. Tivemos 5% de problemas com sites a serem acessados o que mostra que o avanço é grande. Quanta a dificuldade em instalar e usar as imagens abaixo demonstram que o Famelix não provoca medo no usuário:




16.7.06

Ubuntu em um Laptop

Ubuntu 6.06 em um Lap Top

Vamos direto ao ponto é um NEC Pentium III Mobile1000MHz, com cache de 512 kb e 256 de ram, o espaço total para a instalação é de 3 GB, em um HD com um total de 20 GB. Os outros 17 GB estão ocupados com o Windows e o Kurumin 6.0. O Lap top não é meu, e o Kurumin era o linux que mais agrava ao seu dono que não podia abrir mão do Windows devido a um aplicativo importante no seu dia a dia de serviço.

O resultado final é uma surpresa visual e funcional. Aproveitei que os meus Cds de instalação chegaram via correio, direto da Africa do sul e fiz a minha instalação com o Ubuntu versão final. Nas outras instalações eu havia usado versões ainda em desenvolvimento e eu já gostava do que estava experimentando. Nesta versão final o visual foi finalizado com capricho. E ve-lo rodando no Laptop (onde digito este texto) é surpreendente. Não mudei nem o tema default marrom e laranja.

Mas, ao contrario do Kurumin eu deveria fazer algumas instalações para poder usar melhor o Ubuntu, principalmente em relação a internet e alguns formatados de áudio. Estas instalações sempre foram bem longas uma vez que envolvia novas fontes de pacotes para o apt e a busca dos próprios pacotes. Mas a descoberta do Automatix mudou tudo. Fazendo uso da senha do usuário principal e de uma senha a instalação não se complicada mais. É claro que existe a necessidade de uma boa conexão com a internet.

Entre os principais pacotes estão: Flash Player com plugin para o Firefox, Java, fontes do windows, Mplayer e plugin do mesmo para o Firefox, VLC Midia Player e plugins de áudio. Instalei também um script que abre com o botão direito do mouse possibilita o uso do gedit e do nautilus como root. Configurado o teclado, eu fiquei surpreso com a visualização dos tipos do teclado a direita do nome de cada modelo. Coloquei um icone de inicialização rapida o Open Office que é outro aplicativo que apesar de ser competitivo com o Office da Microsoft, tem um tempo de inicialização muito grande no Linux.

O Ubuntu agora roda de forma comparada ao Kurumin (ou seja com facilidades e comodidades ao usuário do Laptop que visualiza as suas paginas e ouve algumas musicas localizada nas outras partições sem muita dor de cabeça e preocupações.) e o único lado ruim foi fazer uma versão do Gnome com apenas uma barra, como no caso do Gnome do Suse 10.1.

O Ubuntu 6.06 é definitivamente um passo adiante do Linux em Desktop. Apesar do Automatix não ser facilmente encontrado como solução para a pós instalação, basta isto na minha opinião para o Ubuntu completar as necessidades do usuário, compensa o trabalho que é menor do que em outros distribuições 100% livre como o Debian.

Eu li que haverá um repositório de aplicativos de licença fechada para o Ubuntu, o que já demonstrar uma facilidade ainda maior. Espero conseguir realizar este mesmo desempenho de instalação na Lan-House do meu serviço.

links de ajuda:


Howto: Install Automatix On Ubuntu, Xubuntu Dapper And All Versions of Breezy - Ubuntu Forums

12.7.06

Senha: o seu computador merece

Senha: o seu computador merece

Na realidade, a idéia deste post é falar levemente sobre segurança. Principalmente nos dias de hoje, o mega universo da internet abriu as “portas” dos computadores para todo o tipo de risco.

Quando falamos em segurança na área de computadores, teremos inúmeros aspectos, sendo a sua maioria técnica. Neste mundo de Firewall, proxy e configurações finas temos pouco espaço para o usuário leigo. Nem tudo esta perdido para ele. Existem alguns parâmetros no Linux que combinados com a idéia “usem uma senha” que podem ajudar muito.

Um computador pode muita bem se proteger através de uma senha. Algo como uma frase ou o próprio nome do usuário. Apesar do dia a dia de trabalho e idas ao banco tornarem o uso da senha algo cansativo para o usuário, utiliza-la no computador pode torna-se uma questão de segurança em longo prazo.

No linux temos sempre pelo menos dois usuários no sistema: o root (administrador – ou seja – aquele que cuida da configuração do sistema) e o usuário comum (eu, você etc). Para poder instalar um programa no Linux, temos que realizar esta operação como root e para tal, na maioria das distribuições, devemos digitar uma senha.

No Windows temos o usuário limitado que funciona de maneira semelhante, mas não chega impedir que programas maliciosos ataquem o sistema. Já no Linux, se um programa malicioso tentar desempenhar algumas funções de administrador diretamente nas configurações do sistema, a senha do usuário root será solicitada. Desta forma, se subitamente a senha foi requisitada sem que o usuário saiba o motivo, basta nega-la e parte do problema estará resolvido.

Para facilitar, o Linux possui um comando (comandos são programas que em vez de clicarmos em cima deles duas vezes para ativá-los, devemos digitar seu nome e alguns parâmetros na tela preta do shell, que lembra de certa forma o uso do DOS) chamado sudo que libera as ações de administração para o usuário comum.

Na distribuição UBUNTU a senha do usuário funciona em parceria com o comando SUDO de modo que o usuário inicial tenha apenas uma senha para usar o sistema. Esta facilidade torna-se perigosa quando o usuário edita as funções do sudo de forma que nenhuma senha é solicitada no shell de comando.

Sem necessidade de senha o usuário torna-se cômodo. E é nesta comodidade que reside, em minha opinião, um dos grandes problemas. Após um tempo ensinando onde trabalho as pessoas a usarem o computador, tenho visto que elas acostumam-se rapidamente a uma função e tentem a não mudar. Se o usuário se acostumou a não usar senhas ele pode rapidamente realizar operações de risco ao sistema.

Existe muito por trás de configurar um sistema Linux e administra-lo. Maior ainda é o numero de erros que um usuário pode causa ao simplesmente torna-se cômodo. A senha pode ser o primeiro, o que virá quando ele deixar de observar algumas sutilezas nesta ou em outra mensagem enviada por um amigo suspeito, empresa de cartões virtuais ou simples recado do orkut?

Meu post é para reflexão. Não um tutorial. Na internet, as maiorias dos tutoriais são feitos para quem quer conhecer o assunto e não para todos que querem fazer uso do assunto. Devemos reeducar nossa forma de observar o computador e suas funções. Enquanto houver pessoas com intenções ruins no mundo, não poderemos deixar a janela aberta numa noite calor. Por mais que seja confortável.